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Grupo BROCA


 

'Re-Trato' foi o primeiro trabalho apresentado ao público, no Simposio En Construcción II, realizado em Valparaíso (SP), em 2015, e dois anos depois na Galeria Virgilio e MADE Design, em São Paulo (SP), e na Galeria Alice Floriano, em Porto Alegre (RS), no ano de 2018. O trabalho tomou o corpo como investigação, reconstruindo um outro corpo mutante, que se constrói e se transmuta em função das relações entre seus elementos.

 

Na sequência, a exposição 'Broca 1:11' falou sobre a ideia, a definição e a ação de broca. Uma única peça síntese para cada artista. Apresentada inicialmente em 2016 na Sociedade Nacional de Belas Artes, na cidade de Lisboa, em Portugal. No ano seguinte, foi apresentada no espaço IT, em São Paulo (SP) e, em 2019, na Brazil Jewelry Week, também na capital paulista, e no Atelier Mourão, no Rio de Janeiro (RJ).

 

Já a exposição 'Em Trânsito' foi apresentada no Simposio En Construcción III, na Colômbia, em 2018. O trabalho parte de questões externas ao corpo, situações, fenômenos externos ao vivente, mas que implicam em seu contexto. Neste ano, o vídeo coletivo 'Contos do Confinamento', criado como peça única, foi exibido durante a exposição virtual 'Pandemia, Pandemônio, Pândega, realizada pelo Núcleo de Joalheria Contemporânea Brasileira.

 

O Grupo Broca vive em processo contínuo de criação, contaminação e transformação. Do acaso à argumentação crítica, afetuosamente é formado por Clau Senna, Kika Rufino, Maria Alves de Lima, Marina Sheetikoff, Miriam Andraus Pappalardo, Nicole Uurbanus, Renata Meirelles, Renata Porto, Silvia Beildeck e Thais Costa.


 

O Grupo Broca é formado por 10 artistas com trajetórias diversas e que têm em comum a linguagem da joalheria contemporânea como principal forma de expressão. Já fomos 12, depois nove, agora 10 novamente. Nem todas nasceram no Brasil, nem todas vivem no Brasil. Nossa dinâmica de trabalho compreende encontros periódicos, envolvendo estudo, análise crítica e pesquisa prática. Através de exercícios de reflexão e caráter investigativo, cada uma das integrantes do grupo aprofunda seu próprio projeto pessoal, que se constrói entre vocabulários individuais e agenciamento coletivo, promovendo um fazer que é fruto de diálogo e questionamento. Dessa polifonia fazemos nosso coro.

 

A ideia de formar um grupo começou durante o Simposio En Construcción - ou Simpósio em Construção na tradução livre - realizado em Buenos Aires, na Argentina, em 2012. Ao retornar para casa, com a bagagem de uma experiência intensa e deliciosa de trocas, debates e entrega, reconhecendo a escassez de espaços de formação, comunicação e exposição destinados à joalheria contemporânea no Brasil, nós percebemos a necessidade de se reunir para estudar, falar de processos e questionamentos.

 

Inicialmente, o grupo era totalmente aberto, sem formação definida, programação clara, nem nome. Nos encontrávamos uma vez por mês, lendo textos, apresentando nossos trabalhos, trocando informações e experiências. Após dois anos, decidimos então começar a trabalhar juntas e separadas. Intuitivamente, inventamos e descobrimos nossa própria metodologia, nos organizando de forma totalmente horizontal, sem hierarquias, numa dinâmica colaborativa e autogestora. Ensaiando formas de criação interativas, o grupo procura identificar aquilo que é relevante para cada uma em seu processo de criação e linguagem, buscando ressonâncias que possam se fortalecer tanto individual como coletivamente.

 

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IDEALIZAÇÃO: CHRISSIE BARBAN & JOSETTE BARBAN | DIREÇÃO DE ARTE: POHL | REDAÇÃO: LEANDRO BUARQUE