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Ateliê

do DIRK

 

Meu ateliê é a minha casa. Minha bancada fica no meio da sala e, em volta, é possível encontrar objetos que coleciono, joias, pilotos de joias e outros materiais. Eu utilizo basicamente fio de cobre e polietileno, plásticos em geral. Mas também trabalho com prata, madeira e outros materiais, pois busco fazer arte sustentável.

 

Para mim, todo material é nobre.  A arte faz parte de mim como meu ateliê faz parte da minha casa: somos entrelaçados. Minha técnica tem três vertentes principais. A maneira como eu lido com a criação é muito intuitiva.  Essa intuição vem sendo desenvolvida desde o começo do meu trabalho artístico na dança contemporânea.

 

 

Quando comecei com a cerâmica, eu descobri através do raku - técnica milenar japonesa - a filosofia do zen budismo. Me interessei especialmente pelo conceito do Wabi-Sabi, que nos ensina a ver a beleza até nas coisas imperfeitas, impermanentes e incompletas:  a arte da imperfeição. Outro aspecto fundamental para mim é a sustentabilidade. Eu acredito muito no upcycling, em transformar um artigo descartável em um objeto de maior valor.

 

É o meu jeito de contribuir para um mundo mais belo. Eu tento não intelectualizar o que eu faço, e sim buscar uma conexão com o universo, sou como um canal que capta e traduz uma expressão que não tem palavras. A minha joalheria contemporânea é uma expressão artística, um adorno para o corpo que realça a personalidade mais do que qualquer outro objeto. Meu ateliê é meu santuário, meu lar.

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IDEALIZAÇÃO: CHRISSIE BARBAN & JOSETTE BARBAN | DIREÇÃO DE ARTE: POHL | REDAÇÃO: LEANDRO BUARQUE